A inveja é uma coisa feia!

Uma das maravilhas da humanidade é a sua diversidade e autenticidade.
Cada indivíduo é único, tem o seu próprio destino, o seu próprio lugar e contributo na sociedade.
Outra coisa maravilhosa, é a nossa capacidade de criar, fazer, desenvolver, inventar, apreciar, ajudar, agradecer, elogiar.

Tudo isto, é o que para mim, eu considero normal. Tem a ver com a educação que os meus pais me deram (obrigada paizinhos!) e, que eu faço questão de transmitir às minhas filhas também. Tenho em mim, a consciência de que dou tudo, o que de melhor possuo, tanto para ajudar os meus, como os que se têm cruzado no meu caminho. Aliás, eu sou daquelas pessoas que gosta de dar. Faço de tudo para que todos à minha volta estejam bem. Às vezes até demais, segundo me dizem os amigos mais próximos!…

Infelizmente, nem sempre o retorno é positivo.

Já vivi uma boa parte da minha vida neste mundo e, confesso que já não tenho dedos suficientes nas mãos, para contar todas as desilusões, traições, invejas e gente interesseira, que se têm atravessado no meu caminho.

Talvez não estivessem à espera deste tipo de publicação da minha parte. Talvez haja quem pense que eu não me apercebo de certas coisas (às vezes finjo que me passa ao lado). Talvez haja quem pense que assim me derruba… mas a paciência tem limites e, o meu limite passa por não ter limites para ser feliz.

A inveja é uma coisa muito feia!

Por isso, deixo aqui duas mensagens:

– Para quem é vítima da inveja alheia; não lhes dêem importância, vivam o melhor que sabem e ignorem tudo o resto. Melhor ainda… sejam ainda mais felizes! Vão ver que isso é o pior castigo que essas pessoas podem ter.

-Para os invejosos; arranjem uma vida própria. Façam qualquer coisa por vocês mesmos. E sobretudo… sejam felizes, por mérito próprio.

Afinal, o que é a inveja?

As mulheres invejam-se entre si e os homens a mesma coisa. A inveja surge quando nos apercebemos que somos ultrapassados por alguém que estava ao nosso mesmo nível. (…) surge quando não conseguimos competir com ele. Nesse momento temos à nossa frente dois caminhos. Ou aceitamos o seu sucesso (…) ou então começamos a desejar o seu fracasso. Na inveja, renunciamos a agir, renunciamos até à meta. O invejoso, perante as dificuldades da competição, procura destruir o seu ideal. (in O Optimismo, Bertrand, 1995, p. 111-112)

É tudo por hoje… sejam muito felizes meus Amores.

Beijinhos

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